



.: Costelinha e as pessoas boas :.
Depois de todo o sufoco passado no sábado, principalmente pela cachorra Costelinha, agora nós temos notícias boas para compartilhar.
Diagnóstico
A nossa amiguinha deu entrada na clínica veterinária às 13h30 de sábado e após uma avaliação com radiografias, ficaram constatadas duas fraturas na bacia e uma luxação na coluna. Isso impede que ela temporariamente se movimente.
Os médicos veterinários informaram que das lesões na bacia, ela se recupera logo, com questão de algum tempo. O caso mais grave é a luxação na coluna, que acabou comprimindo a medula. Então será necessária uma intervenção cirúrgica.
Costelinha está se alimentando e se posta na posição, fica sentada. Sondas auxiliam a eliminação de necessidades fisiológicas, devidas dificuldades.
Intervenção
Já, na noite dessa segunda-feira, a Costelinha foi transferida da clínica, para o hospital veterinário, onde está internada. Durante o pré-operatório serão aplicadas medicações analgésicas e antiinflamatórias, para que na quarta-feira ocorra a cirurgia.
Porém, mesmo com socorro rápido, depois de encontrada - após 14 horas do atropelamento - e toda a presteza dos profissionais clínicos envolvidos, é prudente citar que a cirurgia tem previsão de durar quatro horas, tamanha é a complexidade.
Apoio
Agora é torcer por ela. Aliás, são várias as pessoas que estão torcendo e nós agradecemos. Logo após publicarmos o texto no blog e inserirmos links nas redes sociais, o retorno espontâneo foi muito grande. Por isso vamos esclarecer tudo corretamente.
Quem está se responsabilizando pela Costelinha perante as internações e buscando recursos, é o Carlos Henrique, da PetWay Conveniência Animal, e a Sulana Furlani, da Sulafarma. Ambas empresas localizadas na rua Johann Ohf, 1020, salas 1A e 02, em Blumenau.
Recursos
A internação entre sábado e a tarde de hoje, na clínica veterinária, teve um custo de R$265,00, com desconto de R$65,00 reais ficando por R$200,00 reais. Já a internação para a operação, com previsão de estada até quinta-feira, e a intervenção cirúrgica terão o custo inicial de R$ 1 mil reais. Esse custo inicial dar-se-á com a cirurgia sem complicações e recuperação tranquila. O que pode variar dependendo das circunstâncias.
Pois bem, como várias pessoas se disponibilizaram a contribuir, optamos por fazer uma ação entre amigos. A conhecida rifinha. Na rifinha, sortearemos produtos que já estamos arrecadando com amigos e fornecedores, tanto da farmácia como da pet shop.
Achamos que assim a forma de contribuição se torna mais simples, para quem irá contribuir e de fácil prestação de contas. Nossa intenção é beneficiar a Costelinha com o máximo de transparência.
Quando tivermos a lista de produtos que serão rifados, e o material pronto, divulgaremos pelas redes, como já estamos fazendo desde o início.
Amigos
Quem gosta de ajudar, o faz, sem esperar nada em troca. Mas, como o caso se tornou público, sentimos que é nossa obrigação agradecer todos vocês:
Os profissionais
Médicos Veterinários Ricardo Weiss e Jane Weiss, da Clínica Vida Animal
Médicos Veterinários Cláudio Domingues e Carlos Pantaléo Neto, do Hospital Veterinário Santa Catarina
Médica Veterinária Taiana S. Oliveira, da PetWay Conveniência Animal
Médico Veterinário Rosa, da Cainã Clínica Veterinária
As empresas
Canil House Of Dreams
Marco & Cia
Petline
Prevent
Recatex
Sandrio Cabeleireiros
Sulafarma
As pessoas, nossos amigos twitteiros
E todas as outras pessoas que estão colaborando, indiretamente. Nosso obrigado.
Informações adicionais com Iuri Kindler em @iurikindler ou iurikindler@gmail.com e Carlos Henrique em @_carlinhus e carloshenriquesansao@gmail.com
.: Costelinha versus descaso, indiferença e crueldade :.
Tornou-se costumeira a grande quantidade de denúncias que surgem nas redes de notícias, referente às atrocidades e maus-tratos com animais, por aqui, no Brasil e todo o mundo. Fico extremamente envergonhado com o ser humano, perante agressões executadas pelos únicos animais com raciocínio, mesmo parecendo não ter.
Hoje, 20 de agosto de 2011, mais do que ler ou ouvir um caso oriundo de criminalidade animal, vivenciei um, aqui em Blumenau. Acreditem, a experiência não é nada boa.
Como todos sabem, sábado é meu dia brincar. Falo isso, pois me divirto com todos os cães que vão na pet shop, onde minha função, neste dia, é dar banho em toda galera peluda.
Inimaginável
Passava do meio-dia e toda equipe já finalizada o trabalho de limpeza e manutenção da loja, para o fechamento, quando o telefone tocou. Era Dona Tina, cliente da loja pedindo ajuda. Afirmou que um cão agonizava no meio da rua que morava. No primeiro momento, disse ela, que o animal sangrava devido um furo no corpo.
Carlos foi quem atendeu a ligação e se prontificou a buscar apoio. Foi quando nos lembramos da Associação de proteção aos Animais de Blumenau (Aprablu). Busquei no site um telefone de contato (9991 1734), que no momento estava desligado.
Como a veterinária da loja estava em viagem, Carlos buscou por outras pessoas que pudessem dar um norte sobre o diagnóstico, manuseio e local onde poderíamos levar bicho. Sem nenhum retorno positivo, ele resolveu ir até o local.
Ao chegar à rua Paul Strauch, onde estava o então cachorro, Carlos percebeu que conhecia o animal. Sem certeza, retornou à rua Johann Ohf, e pediu para a farmacêutica que trabalha ao lado da pet shop, voltar junto com ele. Talvez ela pudesse fazer o reconhecimento, E foi o que aconteceu. Ela reconheceu a Costelinha.
Ela foi trazida enrolada por um cobertor, doado pela Dona Tina. Estática, parecia ter fraturado as pernas. Precisou de focinheira para evitar mordidas, tamanha era a dor que supúnhamos.
Descaso
Costelinha é uma cachorra, que vive passeando nas ruas do bairro. Mas ela tem uma casa. Os donos moram em uma casa, na frente do prédio onde ficam a petshop e a farmácia. Mas são pessoas desatentas ao animal. Eu diria negligentes.
Carlos e a farmacêutica foram até a casa de Costelinha. Quando questionada sobre o fato, a mulher disse que não poderia ser a cachorra dela, pois na noite anterior, Costelinha havia sido atropelada por dois veículos na frente de casa e estava morta.
Mas ela foi ao encontro do animal. Não só reconheceu Costelinha, como, sem sentimento nenhum afirmou que, depois de atropelada, a cachorra, parecia estar morta, então foi colocada dentro de um saco plástico e jogada no terrenos baldio, nos fundos com a rua onde foi encontrada.
Ou seja, além de não manter a saúde do animal, preferiu se desfazer de qualquer forma, sem ter um diagnóstico exato sobre a situação vital.
Alegando que Costelinha pertencia ao irmão dela, a mulher voltou pra casa, dizendo que o pai viria até a loja e resolver, o que para ela parecia um problema.
Indiferença
Neste tempo, uma amiga e cliente da loja ligou e sabendo da situação informou para nós o telefone de Evelin Huscher, então presidente da Aprablu.
Carlos fez a ligação. Ao ser atendido, se apresentou informando ter conseguido o telefone de Evelin com uma cliente que participava das ações da Ong. Depois de explicar detalhadamente o fato, na minha presença, Carlos percebeu a indiferença de Evelin.
Sendo presidente de uma Ong que admite querer o bem dos animais e procurar soluções para situações de descaso, Evelin Huscher, que não fez perguntas e muito menos prestou sequer uma informação de como proceder, lascou a interrogativa: “O que você quer que eu faça?”. Parecendo que tínhamos ligado para a pessoa errada, numa tarde de sábado e que estávamos incomodando, desligamos o telefone. A revolta de Carlos foi muito grande, pois o pedido de apoio à Ong são freqüentes, mas o retorno diretamente aos animais, nestes caso, são bem poucos.
Crueldade
Não bastasse o descaso da dona de Costelinha e a indiferença de Evelin Huscher, adentrou pela porta da loja o pai do dono da cachorra. Que para nós não deixa de ser também dono, já que moram todos no mesmo lugar.
Cinicamente e sem muita preocupação, afirmou que na noite anterior, após o acidente, colocou a cachorra em um saco preto e a jogou no meio do mato, uma vez que ele aparentava estar sem vida. Disse ainda, que não poderia fazer nada quanto ao tratamento, pois a cachorra era apenas alimentada pela família.
Se esquivando da responsabilidade de interceder por Costelinha, alegou que o filho havia presenteado uma outra pessoa com a cachorra, mas que em um oportunidade, o animal fugiu, voltando para a casa deles e preferindo ficar por ali.
Sabendo que eram necessários cuidados clínicos, aquele senhor negativou ajuda ao próprio animal de estimação, dizendo ser doente e sem muito recurso financeiro. Foi então, que na maior cara-de-pau, sugeriu uma única opção: Nós, da loja, fingiríamos desconhecer a situação de Costelinha e ele a levaria para casa dando por fim na vida dela, com uma paulada na cabeça.
Inacreditável, mas real. As minhas vontades foram várias naquele momento. Indignado, Carlos, que fez frente à conversa, mandou aquele senhor embora da loja, indagando que cuidaríamos dela. Com essa decisão, entramos em contato com uma clínica e levamos Costelinha para lá.
Faz cinco horas que ela deu entrada na clínica, com diagnóstico de fratura na bacia e coluna, permanecendo hospitalizada. O caso é grave, mas estamos esperançosos. O tal furo na pele, na verdade são feridas abertas devido ao rastejo de Costelinha, do terreno onde foi largada, até à rua onde foi encontrada. Neste tempo seriam feitos exames e aplicação de medicação para diminuir dores.
Desfecho
Seja qual for o destino de Costelinha, vamos registrar ocorrência nos órgãos responsáveis, para que alguma medida seja tomada contra os donos. Esperamos que pague, de alguma forma a negligência.
Quanto à indiferença da presidente da Aprablu, fica minha indignação. Jamais imaginei que uma senhora, que diz amar os animais e lutar contra a crueldade, seria tão fria ao ponto de não prestar qualquer informação.
Envolvida com a causa, como diz ser, acho impossível não poder ajudar de qualquer que fosse a forma. Seria até mais elegante da parte dela, afirmar que faria orações em prol da melhora de Costelinha, do que simplesmente tratar a preocupação com indiferença.
Por isso, a partir de hoje faço frente contra a Aprablu e enquanto puder, farei campanha para que as pessoas deixem de ajudar. Afinal, para que servem as doações que tanto pedem?
:: quem quiser ajudar com os custos hospitalares da Costelinha, podem entrar em contato por @iurikindler, facebook.com/iurikindler. O email iurikindler@gmail.com está valendo também
.: sobrevida :.
Ao entrar nesta penúltima semana de 2010, valeu-me fazer uma reflexão sobre tudo que aconteceu em doze meses. Considero que esses trezentos e tantos dias formaram um desafio de aprovação.
De bodas de prata com a vida, sei aonde quero chegar, mas me resta saber pelos quais caminhos devo seguir. Pouco depois, melhor pensando, cheguei na conclusão de que o caminho não é uma escolha, é um reflexo de ações, sejam elas conscientes ou inconscientes. Não só minhas, mas também de quem influi na minha vida.
Cheguei aos extremos picos da loucura de achar que existe uma conspiração contra mim. Mas não posso me refugiar nesta teoria, e achar que tudo que vem passa, sem eu mesmo articular saídas.
Os dias de 2010 pareceram ser tão diferentes em tantos aspectos. Projetos aos quais me dedicava tanto foram interrompidos sem muitas explicações, do nada. Ah! As explicações, tão requisitadas por mim e nunca bem expostas. Com essas interrupções também vieram as dúvidas de minha capacidade.
Sim a capacidade. Como é possível se mostrar capaz de algo, quando fui rejeitado no momento que pensava fazer o melhor?! Talvez não fiz o melhor. O melhor talvez seria não fazer nada, não ter atitude e nem mesmo ponto de vista. No Brasil quem assim é, é muito requisitado.
As inseguranças geradas por excessos e abusos, sejam elas de autoridade ou pressão emocional podem afetar a capacidade de uma pessoa. A deturpação causada por palavras podem ser mais fatais que as agressões físicas.
Chego a conclusão que é muito mais fácil resolver problemas e inconvenientes no imediato, que castigar-se deixando o gás encher o balão até sua explosão. A explosão fere. Fere muito.
Porém, como já citei, os dias de 2010 foram todos diferentes. Pude ver projetos criados ou executados por mim, realizados, concretos. Um conjunto de muito verde me permitiu sonhar novamente com a minha capacidade. Tão lindo os tons, tão belas as produções. Orgulhei-me do que fiz. Tanto me orgulhei que é difícil até de escrever a felicidade sentida.
E por falar em escrever. Escrever não dói, te enriquece. Eu já tinha um gosto pela escrita, mas é com gosto que aos poucos aprendo escrever todo dia. E olha que mesmo com os erros de quem desenhava na carteira do colégio, durante a sétima séria, fugindo das orações subordinadas e toda a trupe monstruosa da gramática, me surpreendi com o que já saiu nesse word nos últimos três meses do ano. Tenho me orgulhado. E espero que esse orgulho também seja de parte dos meios e dos fins aos quais escrevo.
São estas escritas que aos poucos me reerguem. O ego profissional está voltando. Ele ficou um por um tempo em coma, mas agora acordado, se recupera. Pois neste tempo em coma, ele foi para aquele conhecido túnel dos desacordados que a dramaturgia tenta tornar tangível. Lá no túnel ele encontrou todas as coisas boas antes acontecidas, as dificultadas vencidas até então e as pessoas que sempre deram o apoio. As ruins ele também encontrou. Estas, por se tratar de um túnel que não se sabe se é real, ele pode matar, ou pelo menos ele bateu muito, até sair sangue.
Com o ego profissional voltando à ativa, reconheço que antes as mudanças que eu tanto fazia, podem daqui pra frente não partir de mim. Estou aprendendo a aceitar o que pode me afetar perante decisões alheias.
Decisões alheias, que devem ser tomadas. Principalmente no aspecto familiar. Vivo uma incógnita familiar tão grande, pela falta de capacidade de expressão. Não minha, mas de quem deveria me dar algumas respostas. Vivo a incógnita até que venham as respostas. E sei que elas podem nunca me ser ditas. Enquanto o nada impera, eu me afasto cada vez mais, e posso me tornar desconhecido.
Vou entrar em 2011, com a cabeça erguida, com o semblante firme e pedindo mais coragem. Depois deste ano que se finda eu sei que preciso desta força. E agradeço desde já, das pessoas que eu tenho no meu lado, com quem eu posso contar.
Aproveite esta virada e faça como eu: fale o que pensa. Assim você se torna muito mais aceito, desde que não faça ironia com as verdades e nem mesmo as use como pólvora.
Nos vemos lá! Que este novo ano seja ótimo para mim, seja ótimo para você.
.: é, respostas ao meu amor, transcrevidas nas respostas a poesia de Mario Quintana :.
Não quero alguém que morra de amor por mim...
Prefiro não morrer de amor! Mas ter amor suficiente para estar vivo e ao seu lado.
Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando.
Eu vivo por ti! E só não estou sempre tão junto de ti, te abraçando, pois você sente muito calor!
Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.
Mas nós nunca sabemos a real intensidade do nosso amor! Apenas sei que quando estou longe ele parece ter um pressão sem igual a ponto de explodir de saudades!
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim...
E isso é normal da vida! Também não sei se você gosta de mim, mas eu gosto de você
Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível...
E esses momento são muitos! E eu sinto falta, principalmente quando estou do seu lado, pois quero cada vez mais...
E que esse momento será inesquecível...
Já é inesquecível, e tem como não ser?
Só quero que meu sentimento seja valorizado.
E ele é, tão valorizado quanto compreendido
Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre...
Temos risos de nervosismo também, e são esses que depois de um tempo, quando lembrados parecem os mais engraçados
E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.
Ele me transmite paz, sempre! Mas nem sempre esse sorriso está quando eu preciso.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém...e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.
Espero que esse alguém seja realmente eu, pois caso contrário eu sempre penso em você mesmo você não pensando
Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho...
E sempre foi assim! De renúncias e loucuras é que fazemos o nosso relacionamento vivo!
Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento...e não brinque com ele.
Humano sim! Com virtudes e defeitos, soluções e problemas. Todos são assim. Sou assim também e é por isso que o valor que tenho por ti importa demais e jamais quero parecer brincar com eles, e se parecer, sei que você me falará!
E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.
Mudanças são ações naturais da vida! Mas mesmo com as mudanças naturais você continuará sendo você mesmo!
Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe...
Tu briga com o mundo, eu brigo com o mundo, todo mundo um dia briga com o mundo! E suas forças, guarde-as para me abraçar!
Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.
Seu amor é sim! Assim como seu carinho, a paz que transmite e tormento que provoca!
Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.
Desistir jamais! Você sempre me propõe isso! Mas temos que ter vontade e correr atrás de tudo.
Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas...
Mas que também saiba que em momentos da vida precisamos ser realistas
Que a esperança nunca me pareça um NÃO que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como SIM.
E esperança aumenta ou diminui conforme a crença de quem a precisa! É preciso acreditar, pois ai nenhum sim será falso como o não
Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros... Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.
Você tem essa liberdade de dize tudo, e sabe disso. Só que você pouco diz, guarda muito para si, e isso precisa ser diferente. Me fale tudo sempre. O que gosta ou não gosta! Seja vivo pra mim!
Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão...
E nunca nada vai ser em vão, só será se você considerar desta forma. Tudo faz parte da história
Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena.
O amor existe sem sombra de dúvidas! E a melhor coisa é se sentir amigo, se doar a ela. E a vida é bela até nas horas que não aparenta. E é visível que você doa o melhor de ti para tudo quando quer e isso vale muito a pena